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Atualmente, falamos da ansiedade como se ela fosse um diagnóstico psicopatológico ou até mesmo como uma característica pessoal. Porém, é um sentimento como tristeza, alegria, medo que ocorre em momentos diversos das nossas vidas, por isso, a entendemos como um estado emocional de como determinada pessoa está se sentindo naquele instante. O que nos diferencia uns dos outros são os eventos que a intensificam e, por conseguinte, geram a sensação de incapacidade em lidar com eles.

Na verdade é uma emoção vivenciada como um alerta, uma sensação de perigo iminente, que é completamente inerente ao ser humano, dado que nossos ancestrais viviam em um mundo perigoso e precisavam dela e do medo para a prevenção e a preservação, ou seja, para ajudá-los a defrontar dificuldades e se manterem vivos e protegidos. O mundo em que vivemos hoje, foi bastante modificado e valor da ansiedade na vida das pessoas, visto que passamos a correr outros riscos. Entretanto, nosso corpo ainda experiência esse estado emocional.

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Exemplos:

Comumente, a ansiedade é intensificada: uma festa, um exame médico, uma prova, ou seja, quando estamos esperando por algo que seja uma importante ou diferente. Isso acontece porque, de alguma forma, criamos dentro de nós uma expectativa de como será esse evento e investimos uma quantidade considerável de energia nele, resultando, muitas vezes, em altas idealizações e medo acentuado. Esperar o momento desse grande acontecimento passa a ser muito difícil e penoso.

A ansiedade excessiva também pode acontecer quando tentamos ocupar muitas funções ao mesmo tempo: ser pai, mãe, filho (a), profissional, amante, esposo(a), amigo(a), etc. Temos a obrigação de seguir uma lista imensa de afazeres rotineiros, mas, eles parecem não serem suficientes quando se é adulto. Sabemos que em algum dia, não daremos conta de tudo e, inevitavelmente, iremos decepcionar o outro, só pelo simples fato de sermos humanos.

A agenda toda ocupada impede que a tensão diminua e você consiga se acalmar para ter a real noção do que pode realmente dar conta e o que é necessário para a felicidade. O que torna imprescindível aprender a recusar um pedido e impor limites, atitudes árduas para muitas pessoas, mesmo quando essa é a resposta adequada para a autoproteção. A dificuldade em se posicionar pode surgir por medo de magoar, decepcionar ou enraivecer o outro. Para colocar suas verdadeiras opiniões e sentimentos, é necessária a autoconfiança, pois, somente assim, podemos dizer de forma educada, empática e clara o que pensamos e queremos.

Quando não lidamos com um problema ou temos guardado na memória algum conflito não resolvido.

É muito comum que ele crie uma força que o impulsione para fora da nossa mente. Esse movimento de expulsão mental do conflito deixa o corpo desconfortável e dolorido, sintomas físicos de dor e falta de atenção e concentração que costumam ser frequentes nesses casos. A sensação de que você precisa se movimentar para modificar o que está causando esse incômodo é cada vez mais presente e você sente que deve agir, apesar de não saber como.

Existem momentos em que nossa mente se enche de fantasias e pensamentos que não param de surgir. Para algumas pessoas, eles são, em sua maioria, negativos, e que, além de elevarem a ansiedade, impedem a percepção do que é bom. Saiba que, quando isso ocorrer, é importante se esquecer das hipóteses e focar nas certezas. Por exemplo, quando temos medo em dada circunstância, acreditamos em muitas fantasias, porém, quando testamos essas possibilidades com a realidade externa, ou seja, com o mundo factível e concreto, podemos notar incoerências e, finalmente, nos tranquilizar.

Nós precisamos, em meio a tanta ansiedade, verificar sua relevância e qual mensagem ela está tentando passar. Tente se lembrar dos eventos positivos na sua vida, o que está dando certo. Uma vez que, quando somos tomados pela ansiedade, é difícil para e pensar e fácil ignorar pequenos detalhes, minutos de alegria, conquistas e os obstáculos que já foram vencidos. Dessa forma a sociedade imediatista que impossibilita o pensar e transforma a ansiedade em um sintoma disfuncional, que se instala pelo corpo todo tentando ser ouvido.

 

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