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Você sabe resolver seus problemas de maneira fácil? Eu demorei muito para entender, quando eu estava no 2º ano do ensino médio, briguei com uma de minhas melhores amigas e, por isso, resolvi conversar com o psicólogo da escola. Durante essa conversa, ele distribuiu vários copos à minha frente e os empilhou, com o intuito de me mostrar que os mesmos se referiam a várias situações e que, apesar de diversas, elas consistiam em um problema simples. Naquele momento, eu não conseguia compreender o que ele elucidava, pois estava tomada com sentimentos de raiva e frustração.

No tempo de escola, não estamos acostumados a encarar muitos de nossos problemas e, quando eles acontecem, parece o fim do mundo. Essa perspectiva em relação aos conflitos muda com o passar dos anos e o acúmulo de experiências. Atualmente, eu entendo o exemplo que o psicólogo me deu, mas, talvez não tenha sido a melhor estratégia na época, visto que eu ainda não tinha compreensão interna suficiente, nem calma para tal intervenção.

No entanto, muitas pessoas permanecem imobilizadas diante dos desafios do dia a dia e, com isso, as queixas se acumulam. E você ainda tem dificuldade em perceber qual é o verdadeiro problema?

Isso é mesmo um problema que depende de você?

Cada vez que encaramos uma adversidade, a primeira coisa que precisamos é analisar se ela pode ser resolvida unicamente por nossa vontade. Situações climáticas, má conservação dos patrimônios públicos e das ruas e problemas políticos são exemplos que não podem ser solucionados independentemente do seu descontentamento por eles estarem ocorrendo.

É necessário também se questionar quanto a uma possível solução e se ela depende apenas de você ou não, saber se é preciso delegá-la a outros e quando não se intrometer. A maioria das pessoas quando está presenciando uma briga ou situação conflituosa com amigos e familiares tende a ficar pronta e disponível para intervir. É comum acreditarmos que as pessoas auxiliadas são incapazes de resolvê-las sozinhas, mas, a verdade é que quando não obtiverem nenhuma ajuda serão obrigadas a achar uma saída por elas mesmas. Por isso é tão importante saber os limites.

O exemplo já mencionado sobre o psicólogo escolar que montou uma pilha de copos à minha frente, os quais deveriam ser retirados um a um simbolizando a dissolução de obstáculos, pode ser relembrado aqui novamente. Procure focar em seus próprios objetivos, olhando um obstáculo por vez e tente não se amedrontar e deixar paralisar com a imensa “pilha-problema”. Se estiver difícil demais para você se desligar das suas dificuldades e tudo está realmente tirando você do sério, não hesite em procurar um psicólogo,o estresse pode fazer você adoecer e a tomada de posicionamento nos seus contratempos será ainda mais postergada.

Se isso faz parte da sua rotina, você deveria ter se programado!

Neste momento, vou falar de assuntos que encaramos como problemas e não são. Você pode estar pensando neste instante: “Como assim, Camila? Vou delegar mais coisas a outras pessoas?”. Não, nós já passamos dessa parte, agora eu me refiro às ações do cotidiano que você filtrou como sendo apenas suas.

Vemos pessoas que encaram o dia a dia como um transtorno, elas pensam na maldita conta a ser paga, no imposto incansavelmente cobrado, na obrigação de ter que levar o lixo para fora, nos afazeres domésticos que se repetem ao longo dos dias, nas compras no mercado, em ter que ir ao dentista, ao médico, à academia, em ter que atender ao telefone que está sempre tocando e checar a caixa de e-mail que todo dia se renova. Se essas são coisas da sua alçada e que não competem a mais ninguém, então, você não tem como fugir ou adiar. Você deveria se organizar melhor para fazê-las e parar de procrastinar.

Quando vivemos uma rotina, esses empecilhos estão nela da mesma forma que tomar café e ir ao trabalho. Eles acabam sendo incorporados, automaticamente, aos seus hábitos e se tornam parte do seu dia, não precisando mais ser pensados.

Assim, mudar a forma de encarar os pequenos compromissos vai fazer com que o seu dia se torne bem mais leve, assim, a disposição que antes era mobilizada para meros afazeres, agora poderá ser redirecionada para enfrentar os reais obstáculos da sua vida.

Problemas ignorados.

Às vezes, podemos nos sentir tentados a acreditar que se ignoramos os nossos problemas, eles irão embora sozinhos, mas, na verdade, eles tendem a se tornar maiores. Então, se algo não está bem, se há algum incômodo em determinado assunto, pare para refletir sobre e tome alguma atitude antes que ele possa se tornar, efetivamente, um problema que, uma vez, poderia ter sido evitado.

Problemas reais e inevitáveis!

São eles que dependem de você e não teve como se planejar para evitá-los. Você já conseguiu se acalmar com o fato? Se não, pare tudo o que está fazendo, respire tranquilamente durante o tempo que você puder, mesmo que seja por um segundo.

O infortúnio atual pode ser resolvido imediatamente e você sabe como fazê-lo? Ótimo, resolva! Quanto mais tempo você ficar “cozinhando” ele é pior, os pensamentos negativos só vão piorar e, consequentemente, aumentarão o medo e a insegurança.

Olhe à sua volta e veja as diversas possibilidades de resolução, mesmo que o seu problema pareça não ter nenhuma agora, sempre existem formas mais fáceis ou complicadas de solucioná-lo. Elabore um plano. Isso mesmo, igual àqueles cujo objetivo é conquistar o mundo. Quais passos você precisa seguir? Com eles, você poderá testar escolhas, elencar prioridades, pensar nas complicações, dificuldades e medos que vão aparecendo.

Pode parecer algo complicado à primeira vista, mas, viabiliza enxergar as soluções reais, isso quer dizer que, você terá tempo para dissolver toda a fantasia que construiu a respeito do conflito. Logo, você poderá optar pela melhor solução a ser tomada.

Em alguns momentos, você pode pensar que é impossível vencer essa barreira específica, a decisão torna-se um pouco mais difícil. Frequentemente, é imprescindível criar novas formas de resolução de problemas, ou seja, se desenvolver e mudar para ter uma vida melhor.

Problemas recorrentes.

 

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São aqueles que não são nem a quinta ou décima vez que acontece, mas sim, são os problemas que se repetem, alguns deles são: filhos desobedientes, falta de dinheiro e doenças. Procure alguém que possa ajudá-lo eficazmente, amigos e familiares não estão inclusos. Aí, você pode estar me perguntando: “Camila, mas eu não tenho dinheiro, como vou contratar alguém?”. Pois eu respondo, contrate alguém para resolver isso ou auxiliá-lo nessa empreitada. Porque eu digo isso? Porque, se as pessoas à sua volta pudessem ajudar você agora, alguma delas já teria feito ou até mesmo o fizeram e deu errado.

Se a intervenção das pessoas está sendo recorrente, é porque a solução que você atribuiu à questão da última vez não funcionou adequadamente, como diz o ditado popular: tapou o sol com a peneira desta forma, impedindo que você resolva seus problemas.

É importante lembrar que os inconvenientes sempre irão acontecer, o que muda é a sua forma de lidar com eles. Resolvê-los da melhor maneira que você puder ou, infelizmente, deixá-los maiores ainda.

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