Ser bonzinho ou ser vilão? qualidade de vida, saude mental, autoestima, psicologia mogi mirim, inteligencia emocional, desenvolvimento pessoal

Você é bonzinho ou vilão? O que significa estar certo: ter as melhores razões naquela briga ou tomar a atitude mais sensata? O que significa ser bom: ter atitudes bondosas e caridosas com os outros ou seguir os preceitos da sua religião ou família?

Ainda mais em uma cultura como a nossa que, dependendo de suas regras, a moral se altera tanto. Infelizmente, não estamos em um filme ou desenho animado onde as atitudes são determinadas de maneira simplista: o malvado quer destruir o mundo e o bonzinho salvar a todos, não vemos bruxas fazendo caridade ou princesas batendo em crianças. Sendo assim, ter uma resposta razoável para essas perguntas é uma difícil tarefa, necessitando de uma observação minuciosa do contexto.

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Estar errado pode referir-se a uma questão de prova ou a uma atitude específica em que está claro que era esperada outra resposta. Você consegue perceber que existe um espaço enorme entre maltratar alguém e fazer mal a ela? Sim, posso fazer mal a uma pessoa dizendo palavras que a ofendam sem que isso tenha uma real e direta intenção sobre ela.

O que é ser mal?

No trabalho, quando não trato uma pessoa com educação cotidianamente ou a trato diferente de como me relaciono com outras pessoas, ela pode sentir que estou lhe fazendo mal. Já, maltratar diz respeito a um ato de ataque direto a outra pessoa de forma cruel. Ser alguém mal pressupõe que isso faça parte do caráter dessa pessoa e sempre será assim, e aqui fica explícito o porquê precisamos tomar cuidado ao dizer isso a alguém.

Imagine agora quantas graduações existem entre ser bom ou agir certo. Posso ser simplesmente justo, posso me preocupar mais com a forma como determinada circunstância me afeta e isso não quer dizer ser egoísta. Ser justo não é agir de acordo com a máxima: olho por olho e dente por dente,mas sim, poder ofertar as mesmas condições para que diferentes pessoas possam alcançar o mesmo objetivo, isso é equidade.Ser bondoso também não quer dizer ser caridoso, pois, podemos pensar no outro sem necessariamente fazer caridade ou dar esmolas.

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A lei, por exemplo, não consegue agradar a todos, mas, naquele contexto singular foi o que ela pôde fazer de melhor. Se olharmos na religião, até Jesus Cristo não conseguiu satisfazer as concepções de todos e foi considerado errado em um momento histórico.

E, se o seu melhor não é o certo para alguém, não acredito que isso significa que você esteja maltratando, sendo maldoso ou até que você seja uma pessoa má, pois, como seres humanos, carregamos defeitos e qualidades, o bem e o mal, o certo e o errado dentro de nós. Não existe uma pessoa boa ou pessoa má, mas, escolhas boas e ruins vindas de uma pessoa que é “inteira”.

Existem linhas tênues que separam todas essas definições e significados. Porém, elas são importantes e deixam o mundo muito mais livre e com menos culpa. O receio em parecer errado, injusto, maldoso já é uma boa dose de doçura, carinho e prova de que você se importa com o outro.

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